Grand Prix: a pioneira Fórmula 1

O veterano em fim de carreira. O novato que quer mostrar seu valor. O piloto antipático que quer competir (e óbvio, vencer) a qualquer custo. Não, barulhentos, não falo de “CARROS” (”Cars”) ou do horroroso “ALTA VELOCIDADE” (”Driven”)… mas antes de continuar a divagar, quero esclarecer que dois acontecimentos recentes (ambos em 29 de Março) me inspiraram a escrever este post, a saber:

A relação entre os fatos? Jarre compôs a trilha sonora do filme vencedor do Oscar de 1967 nas categorias “Melhor Edição de Som”, “Melhores Efeitos Sonoros” e “Melhor Edição de Filme”: “GRAND PRIX” (do diretor John Frankenheimer), o qual é considerado o filme definitivo sobre corridas de carros e estabeleceu uma estética visual e sonora inovadora e impactante mesmo para os padrões desta geração acostumada com microcâmeras onboard e simuladores em videogames… imaginem o trabalho que era montar as pesadas câmeras Panavision de 65mm nos carros de Fórmula 3 (”travestidos” em Fórmula 1) da época; filmar sem trepidar (as câmeras steadycam nem haviam sido inventadas); e gravar os sons dos motores em reais situações de corrida.

Já escrevi demais. Assistam dois momentos do filme no Youtube (mas tentem depois assistir em DVD, pois esse filme merece!) ;)

I) MÔNACO:

II) MONZA e com direito ao antigo setor oval inclinado (”banking“)!

NOTA HISTÓRICA: Para entender o oval de Monza, três links aqui, aqui e aqui.

<TÉCNICA: SFX: carros saindo na curva com efeito doppler>

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