O veterano em fim de carreira. O novato que quer mostrar seu valor. O piloto antipático que quer competir (e óbvio, vencer) a qualquer custo. Não, barulhentos, não falo de “CARROS” (”Cars”) ou do horroroso “ALTA VELOCIDADE” (”Driven”)… mas antes de continuar a divagar, quero esclarecer que dois acontecimentos recentes (ambos em 29 de Março) me inspiraram a escrever este post, a saber:
- O falecimento do grande compositor Maurice Jarre, criador de trilhas sonoras marcantes e premiadas, como do filme “DR. JIVAGO” (”Dr. Zhivago”);
- O início da temporada 2009 da Fórmula 1 na Austrália, com a surpreendente Brawn GP surgindo dos escombros da Honda e estreiando com vitória.
A relação entre os fatos? Jarre compôs a trilha sonora do filme vencedor do Oscar de 1967 nas categorias “Melhor Edição de Som”, “Melhores Efeitos Sonoros” e “Melhor Edição de Filme”: “GRAND PRIX” (do diretor John Frankenheimer), o qual é considerado o filme definitivo sobre corridas de carros e estabeleceu uma estética visual e sonora inovadora e impactante mesmo para os padrões desta geração acostumada com microcâmeras onboard e simuladores em videogames… imaginem o trabalho que era montar as pesadas câmeras Panavision de 65mm nos carros de Fórmula 3 (”travestidos” em Fórmula 1) da época; filmar sem trepidar (as câmeras steadycam nem haviam sido inventadas); e gravar os sons dos motores em reais situações de corrida.
Já escrevi demais. Assistam dois momentos do filme no Youtube (mas tentem depois assistir em DVD, pois esse filme merece!)
I) MÔNACO:
II) MONZA e com direito ao antigo setor oval inclinado (”banking“)!
NOTA HISTÓRICA: Para entender o oval de Monza, três links aqui, aqui e aqui.
<TÉCNICA: SFX: carros saindo na curva com efeito doppler>











































