Arquivos por Categoria: Estética

No espaço, ninguém irá te ouvir…

…porque o espaço é um lugar BARULHENTO DEMAIS! Já tentou declamar poesia no meio do sambódromo em pleno carnaval? Pois bem, se depender do estereótipo criado por Hollywood, o espaço sideral é muito pior que isso.

Já notaram que em qualquer situação no espaço sideral, seja filme, série de TV, videogame ou desenho animado, ouvimos uma [...]

Grand Prix: a pioneira Fórmula 1

O veterano em fim de carreira. O novato que quer mostrar seu valor. O piloto antipático que quer competir (e óbvio, vencer) a qualquer custo. Não, barulhentos, não falo de “CARROS” (”Cars”) ou do horroroso “ALTA VELOCIDADE” (”Driven”)… mas antes de continuar a divagar, quero esclarecer que dois acontecimentos recentes (ambos em 29 de Março) [...]

Hino do Sound Designer

Atenção, caros barulhentos!
Levantem-se e permaneçam respeitosamente em pé durante a execução do HINO DO SOUND DESIGNER, especialmente composto para estas solenes ocasiões:

E qual é a “solene ocasião”? Um anúncio:
Amanhã, o encerramento da trilogia em quatro partes:
Os Três Mosqueteiros do Sound Design
Com o Grão-Mestre, Jedi Supremo, “Capo-de-tutti-i-Capi” WALTER MURCH.
Imperdível!
NOTAS:

Sim, é “APOCALYPSE NOW“, de Francis [...]

Engenharia Reversa

Mais um devaneio em Estética.
É possível criar um efeito sonoro tenebroso usando apenas a voz humana normal, sem uso de nenhum efeito adicional ou complexos equipamentos eletrônicos, nem alterações radicais do timbre?
A resposta é SIM. E com uma técnica mais velha do que andar para frente, ou para trás, neste caso. O cineasta David Lynch [...]

Os sons da ilusão

Amigos barulhentos, surge aqui no blog uma subcategoria para Sound Design: “ESTÉTICA”, pra reunir os posts sobre o lado conceitual e mais subjetivo do Som (já movi o post sobre “Onde Os Fracos Não Tem Vez” pra lá), e avanço com um exemplo sobre como o Áudio pode arrematar uma narrativa de maneira impactante, ainda [...]

Onde Os Fracos Não Tem Música

Quem assistiu “ONDE OS FRACOS NÃO TEM VEZ” (”No Country For Old Men”), além de reconhecer a verve ácida dos irmãos Coen na direção e roteiro, deve ter reparado na trilha sonora. Ou melhor, na AUSÊNCIA de música praticamente no filme todo. O que mais se ouve (?) são ventos e tons desolados, como gamelas [...]